Sobre
A historia dos festivais
Festivais de música sempre existiram em nosso país. Nos últimos 10 anos, entretanto, a diversidade destes eventos aumentaram de forma significativa, provocando, inclusive, o surgimento de diversos festivais temáticos, tendo a música, claro, como motivo gerador da realização destes eventos. Assim, além de eventos evocando bandas, cantores ou compositores, surgiram diversos segmentos como o Prêmio Eldorado de música (divididos em categorias) entre muitos outros.
A Escola de Música e Tecnologia (EM&T), desde a sua fundação, sempre promoveu a realização de festivais na qual, em virtude da quantidade significativa de alunos que possui, foram divididos em segmentos pertencentes a cada instituto na qual os instrumentos são designados (Canto, Percussão, Violão, Guitarra, Baixo e Teclado).
Desta forma, a exemplo dos demais instrumentos, os festivais de baixo realizados pelo Instituto de Baixo e Tecnologia (IB&T) iniciaram sua trajetória, onde, além de promover interação e a participação de alunos e professores, ainda contava com as participações de grandes baixistas brasileiros, tornando-se , com o passar dos anos, em uma das principais realizações dedicadas ao instrumento em nosso país.
Por ocasião da realização de um workshop na cidade de Caruaru-PE em outubro de 2006, o baixista Celso Pixinga foi questionado se a cidade poderia abrigar um evento semelhante aos festivais de baixo realizados na capital do estado de São Paulo, uma vez que o interesse pelo instrumento na região era muito grande.
Assim, o primeiro festival de baixo ocorreu naquela cidade do interior pernambucano em maio de 2007, sob a direção de Celso Pixinga e Nilton Wood.
Desnecessário descrever o sucesso extraordinário que este evento provocou na região.
Em virtude disso, a partir do ano de 2007, foram programados vários festivais semelhantes em diversas localidades de nosso país, tendo como objetivo a descoberta de novos talentos, a participação de de músicos consagrados não apenas das localidades mas também de todo o país, onde o objetivo é apenas um: divulgar, promover e criar cada vez mais alicerces que sirvam para abrilhantar a carreira do baixista brasileiro.
“O baixista é um músico diferenciado! Um instrumentista que não procura ser vitrine, e mais dedicado à própria música. E por esse e outros motivos que o IB&T (Instituto de Baixo e Tecnologia) tomou, há anos, a iniciativa de promover festivais reunindo apenas músicos dedicados ao instrumento. O que parecia uma aventura revelou-se numa grata surpresa! Os eventos são gratificastes, construtivos e reúne uma platéia atenta de interessada, formada por pessoas apaixonadas pelos graves, e um nível de atenção incomparável.” – CÉLIA RAMOS
Em Minas Gerais, a história começou a partir do ano de 2010.
Com a produção local do músico Filipe Marks, o festival aconteceu em novembro do mesmo ano durante os dias 25 e 26 e teve como atrações os baixistas de outros estados como Celso Pixinga (SP), Ronaldo Lobo (SP), Adriano Giffoni (RJ), Henrique Fontoura (RS) e Ebinho Cardoso (MT).
Além destes, o festival contou com a presença importante de músicos conceituados da região como Adriano Campagnani, Fausto Borém, Filipe Marks e Reginaldo Costa (todos de Belo Horizonte), além do divinopolitano Vagner Faria.
Para o ano de 2011, a festa promete ser ainda maior!
Nas datas dos dias 8, 9 e 10 de setembro acontecerá a segunda edição mineira do festival e o elenco de atrações está ainda mais reforçado.
Você não pode ficar de fora!!!